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Guidão maior vale a pena?

A Caloi Andes vem com um guidão muito curto, impossibilitando a regulagem dos trocadores. Principalmente o direito batia no lado do dedo. Além disso, eu necessito de barends para ter impulsão nas subidas, coisa impossível de instalar num guidão muito curto. Logo, achei no Mercado Livre um guidão Viper de alumínio com a medida do encaixe de 25,1 mm, assim, não precisei fazer upgrade de sistema (passar para aheadset) nem partir para um adaptador.

Trocando a suspa da S-Works por garfo rígido de carbono

Depois do lançamento em 2017 da Orbea Alma M-LTD com garfo rígido, uma bike XC, fiquei fascinado pela ideia de ter uma bicicleta MTB sem a tradicional suspensão hidráulica/pneumática. Entretanto, no Brasil é difícil adquirir uma Orbea top de linha, apesar de haver um revendedor aqui na cidade, a marca não é boa em negociação. Em 2018, surgiu uma oportunidade de pegar uma Specialized S-Works Epic Hardtail, que abracei de corpo e alma, uma vez que já tinha uma Epic de alumínio e gostava muito das suas características. Só que o desejo do garfo rígido não me saia da cabeça, tanto que cheguei a cogitar a troca da suspensão da Epic, mas o projeto não amadureceu porque acabei trocando de bike. Após um ano rodando com a S-Works, fui descobrindo aos poucos o rolo da manutenção do cartucho RockShox Brain que a equipa. Ele é selado e só pode sofrer manutenção em oficina dotada de bomba de vácuo de injeção de nitrogênio, isso porque se restar bolhas de ar no óleo, os retentores se deterioram com...

Corrente KMC 12 velocidades em câmbio SRAM Eagle é boa?

Resolvi testar a corrente KMC X12 gold no meu grupo SRAM Eagle XX1 e o resultado em termos de durabilidade foi um desastre! A questão funcionamento foi excelente! É uma corrente silenciosa que proporciona trocas de marchas precisas. Pena que tenha se derretido em tão pouco tempo, 2 meses e um pouco mais de 1.000 km rodados. Só para comparação, a corrente anterior, uma SRAM Eagle X01 rodou mais de 2.500 km e a primeira, uma XX1 preta, rodou mais de 3.000 km. Para constar, o grupo Eagle 12 velocidade é famoso pela grande duração da corrente, o que não é o caso quando a mesma não é fabricada sob a chancela da marca. Em tempo: não é uma questão de preço, pois as correntes KMC custam bastante no mercado de componentes, no caso da X12 gold ela está custando mais do que a Eagle X01 em alguns lugares.

É vantagem mudar para um câmbio de 12 velocidades?

Autor: Isaias Malta Quando começou o hype em cima do lançamento da família SRAM Eagle de 12 velocidade, fiquei bastante cético, achando que estava muito bem servido com a minha relação 2x11. Todavia, nunca neguei que o câmbio dianteiro é uma traquitana a mais, uma complexidade a mais, portanto, uma manutenção a mais para se preocupar. Além disso, o cassete SRAM NX que equipava a minha última bicicleta era uma legítima merda, de baixa qualidade e pouca precisão. As minhas dúvidas pairavam sobretudo sobre a potência de subida possível no 12x. Porém, o desempenho excepcional do Eagle XX1 em todos os quesitos superou as minhas expectativas! - Leveza: comparando com o meu anterior Shimano XT 24,34 dentes na frente e 42 dentes atrás, achei o SRAM muito mais leve. Praticamente não há mais marchas pesadas. - Rendimento nas descidas: aumentou a minha possibilidade de pedalada na descida com 32x10 dentes, em relação aos 34x11 dentes do câmbio anterior. - Torque nas subidas: apesar ...

1ª revisão da suspensão com 3 meses de uso - e vale a pena!

Autor: Isaias Malta Comprei a minha atual bicicleta, equipada com suspa Rockshox SID, em 29/maio/2018. No dia 27/agosto/2018 levei na oficina Maori Cycles para o Sidnei revisar a suspensão. Apesar do pouco tempo, calculo que a bike já rodou mais de 1.000 km, ou seja, já estava bem a tempo de seguir a orientação da Rockshox que determina a substituição do óleo e reengraxamento dos o-rings ao cabo de 50 horas do primeiro uso. Como tem acontecido normalmente com amortecedores novos, o meu veio praticamente sem óleo. Quando o mecânico colocou um balde embaixo afim de aparar o óleo usado, caíram somente umas duas gotinhas. Com isso ele teve que devolver a quantidade padrão de óleo na haste pneumática e colocar uma certa quantidade de óleo na parte hidráulica (onde tem o cartucho hidráulico), para impedir que os o-rings ressequem. Como o mecânico teve que repor o óleo nos 2 cilindros, tive que pagar uma manutenção completa e não ½ manutenção como deveria ter sido para tão pouco tempo ...

Como vender uma Bike no OLX?

Autor: Isaias Malta Recentemente vendemos a bicicleta da minha mulher através do OLX. Apesar de ser uma bike de carbono top da Specialized, ela tinha dois problemas: - estava na faixa de tamanho pequeno; tanto quadros pequenos, quanto grandes costumam cair no limbo das vendas – por isso, normalmente as ofertas das grandes lojas são com tamanhos fora da faixa média; - era “bicicleta de mulher”, apesar de ser unissex no desenho de quadro, havia uma etiqueta que dizia “Woman”, aí os pretendentes homens desistiram da compra. Ao cabo de 2 meses conseguimos vender a bicicleta por cerca de 46% do valor de nova, depois de 1 ano de pouco uso. Não adianta, se você quer se desapegar, tem que fazer um preço competitivo, que no nosso caso foi longe dos 12.500 que o vendedor da Specialized havia avaliado. A bike nunca esteve na nossa casa (depois de anunciada). Compramos uma elétrica numa loja e decidimos deixar a bicicleta lá por razões de segurança, para evitar os conhecidos golpistas qu...

Para que servem os bancos de bicicleta arqueados?

Autor: Isaias Malta Um exemplo de selim arqueado é o Specialized Power Arc: Qual é a sua aplicação? Nariz curto e traseira bem arredondada são características que favorecem bastante posições agressivas, de preferência com as mãos no drop bar. No vídeo abaixo o sujeito explica a sua experiência com um Power Arc e a mudança de figura quando ele mudou da posição mais reta para a inclinada. Então, na hora de escolher o selim, leve em consideração a sua posição de pilotagem predominante, para não gastar dinheiro à toa. Às vezes nem é escolha do piloto, já que vem um modelo inadequado original na bike.

Quando acaba o mito do banco macio

Autor: Isaias Malta Primeiramente ocorreu comigo e agora com a minha esposa. Com o tempo, a experiência e o aumento do percurso das pedaladas, começamos a nos ressentir com os selins estofados. Para o leigo é contrário ao senso comum alguém optar por um banco “duro”. Contudo, descobrimos na pele, ou melhor, no traseiro, que na medida em que conseguimos aumentar o tempo pedalando, começamos a experimentar o efeito de afundamento dos glúteos na espuma do selim. E o resultado disso é notório: a minha esposa primeiramente reclamou de fisgadas na perna, depois começou a sentir dormência nos pés. E a causa disso decorre da pressão exercida principalmente sobre os nervos que correm na parte interna das coxas, o famoso ciático. No meu caso, comecei a sofrer os efeitos da pressão sobre o períneo, apesar de ter optado por um selim com canal central, o Serfas RX-921v. A minha mulher tinha o modelo feminino do mesmo, o RX-922v. É interessante notar que os selins dotados de espuma grossa t...

Primeiras impressões sobre a bicicleta elétrica Orbea Wild 30

Autor: Isaias Malta Motor/Potência: Quando você vê à primeira vista a coroa de 14 dentes, pensa que a bicicleta não terá rendimento algum. No entanto, os 14 dentes são ilusórios, já que há uma relação interna multiplicadora entre a engrenagem do pedal e a coroa. A coroa pequena se impõe porque o motor Bosch funciona com alta rotação, assim, o seu torque é aproveitado ao máximo. A sensação de robustez passada pelo motor de tão somente 250 W é surpreendente, está sempre sobrando! Mesmo usado em alta demanda, ele mal fica morno, sinal de que funciona com grande margem de folga. Dos 4 modos de assistência disponíveis, dificilmente é necessário recorrer ao modo “turbo”, que é o mais potente, mas consome mais bateria. Em regime normal, mesmo enfrentando subidas íngremes, os modos “Eco” e “Tour” dão conta do recado perfeitamente. Uma coisa chata para os velocistas é a limitação de 25km/h sem desacoplamento. O motor Bosch não tem um sistema que desacopla os pedais ao atingir a velocida...

Análise do selim Rido R2: o banco que não agride o períneo/próstata/nervo pudendo

Autor: Isaias Malta Os selins convencionais de bicicleta pressionam o períneo e terminam ocasionando aumento do PSA (problemas na próstata), compressão do pênis interno (impotência), obstrução da circulação sanguínea (dormência) e agridem o nervo pudendo, que causa nevralgia do pudendo, na forma de uma forte dor que se espalha pelo períneo. Além disso, os impactos continuados contra a região do períneo provocam lesões crônicas que podem resultar em obstrução urinária e urina com sangue. Por isso, a minha intenção, desde que reiniciei no ciclismo, foi encontrar um selim que me livrasse desses problemas comuns entre os ciclistas. Terminei decidindo pelo produto de uma pequena marca do Reino Unido, cujo idealizador sofreu os problemas típicos relatados acima e que não quis abdicar deste prazeroso esporte. Após um mês e meio, eis que chega a encomenda tão esperada, o meu novo selim feito na Inglaterra e projetado sob medida para quem não tolera pressão no períneo. Feitos alguns pe...

Diário de manutenção: tirar água suja da suspensão

Autor: Isaias Malta Ao cabo de 4.500 a 5.000 km, fui na oficina para fazer a revisão da suspa Rockshox Reba da minha Specialized Epic. Ao contrário do que manda a fábrica, não é necessário trocar toda a santa vez o kit de reparos, este tipo de procedimento só pode ser sustentado pelos ricos de lá da terra deles, não aqui, onde o kit custa cerca de 160 reais. Somando os 160 mais os 175 reais da mão de obra (inclusa a revisão da caixa de direção), seria muito improvável conseguirmos arcar com os 375 reais só de revisão anual da suspa. No entanto, vale a pena o ciclista se antecipar e não deixar que a coisa degringole, até que seja tarde demais e acabe comprometendo um componente importante, ou até condenando a suspensão inteira por falta de manutenção. Neste caso, a conta sairia salgada, por volta dos 4.000 reais. Apesar de não ter precisado trocar nenhum dos o-rings, retentores, guarnições, etc, eles estavam sujos e com a graxa contaminada. Da câmara do hidráulico, onde vai mais quantid...

Como identificar desgaste nas engrenagens do cassete?

Autor: Isaias Malta Bem antes da situação desesperadora dos dentes do cassete ficarem em forma de agulha, é possível descobrir o estado de desgaste analisando o lado do dente por onde a corrente é tracionada. Independentemente da análise visual, o sintoma que melhor denuncia o desgaste são os escorregões da corrente. Quando a corrente, principalmente a nova, dá trancos repentinos, há algo errado na relação. Aí sim, é hora de dar uma de Sherlock Holmes e passar a olhar o problema com lupa. Nos cassetes com engrenagens independentes, pode ocorrer a situação mais simples de se poder trocar somente aquela com desgaste. Normalmente, devido à grande força exercida, as engrenagens com menor número de entes sãos as primeiras a ficarem comprometidas. A saber, as de 11 e 13 dentes. Veja a situação do cog abaixo.  A olhos desatentos, pode parecer que as minúsculas deformações (arredondamento) parte aguda de alguns dentes não seria motivo de escorregamento de corrente, mas é sim, devido à ...

Disco de freio gasto nos raios pode acontecer em bicicleta nova

Autor: Isaias Malta Se você pesquisa na net, descobre que a duração média do disco de freio hidráulico é 10.000 km. Levando-se em conta que a duração média da corrente é 5.000 km, troca-se o disco a cada 2 trocas de corrente. No meu caso isto não ocorreu. Após 5 mil km, fui obrigado a trocar os 2 rotores da minha Specialized Epic Hardtail alumínio justamente porque o disco que veio na bike não é compatível com as pastilhas do caliper BR-M447. Pelo desenho do disco que veio na minha Epic, o SM RT-66 vê-se que ele é mais estreito no sentido longitudinal: A página da Shimano especifica que este o rotor SM RT-66 deve ser usado com o caliper SLX, sendo que este caliper usa a pastilha D01s, mais estreita na largura e mais comprida no sentido ao longo do disco, conforme a imagem: Sem saber disso, acabei decidindo comprar o SM RT-56, que é especificado para o caliper Shimano Alivio: O caliper BR-M447 É Alivio, portanto, trabalha com as pastilhas B01s, que custam menos da met...

Como vencer subidas de bike sem cansar (muito)?

Autor: Isaias Malta O principal fator para escalar subidas íngremes é conseguirmos aproveitar o efeito alavanca da combinação pernas/braços. Para tanto, o selim da bicicleta deve estar regulado no máximo da altura confortável, de forma que quando um pé está na posição inferior, a perna consiga ficar esticada. Justamente por causa das subidas, costumo usar o selim inclinado para frente e recuado para trás. Esta posição me dá o máximo de aproveitamento do efeito alavanca das pernas. É como se eu conseguisse me empurrar contra o banco durante as subidas. (A simples troca do selim – Serfas RX-921v por um Rido R2 – me proporcionou o ganho de 3 marchas na subida. Isto porque, enquanto o Serfas é grosso em espuma, o Rido é bem mais fino.) Um detalhe imprescindível para que dê certo esta coisa do “se empurrar contra o banco” é que selim não seja muito macio. Os selins recobertos de gel ou espuma macia desviam parte da energia dirigida aos pedais. A posição do tronco também é importa...

Passo-a-passo da sangria de freios hidráulicos Shimano segundo o vídeo mais completo da Internet

Autor: Isaias Malta É interessante que você mesmo proceda a sangria no freio hidráulico da sua bike? Pelo que acompanhei numa oficina de confiança, o mecânico nunca tem todo o tempo do mundo para perfazer todos os passos recomendados da sangria, assim ele queima etapas para ganhar tempo. O resultado é que, provavelmente, ficarão algumas bolhas de ar no sistema, haverá óleo de mais ou de menos, alguma desregulagem nos pistões, etc. Ademais, se a recomendação é sangrar cada vez que se troca as pastilhas, o que dá em média 2 vezes por ano, fica oneroso e trabalhoso levar muitas vezes a bicicleta na oficina para se fazer um serviço que pode ser feito perfeitamente em casa, com muito mais qualidade. O vídeo a seguir é o tutorial mais completo que achei na net, inclusive é mais explicativo do que o próprio material da Shimano. Como o meu freio hidráulico é Alivio (manete M506, pinça M447), darei atenção no que concerne ao geral dos freios Shimano, já que o vídeo versa sobre um freio XT....

Quando fazer a sangria no freio hidráulico da bike?

Autor: Isaias Malta A minha bicicleta suscita dúvidas ao completar um ano: é hora de trocar o óleo do sistema hidráulico, ou é melhor esperar para quando der problema? O problema é que não posso ficar esperando que dê problema no estradão, ou quando mais preciso dos freios, porque aí o tombo é certo! O certo é que, antes de ir para a oficina, decidi dar uma pesquisadinha no assunto e vi que as informações são meio nebulosas. A própria Shimano fala na necessidade de trocar o fluído quando o fluído original apresentar descoloração, ou estiver cinza escuro. Só esquecem de falar como podemos ter acesso ao óleo para a inspeção, se nele não há nenhuma tampa transparente, como nos carros. Como não se consegue facilmente saber a cor do fluído, a melhor forma de verificar o estado do óleo é através da sensação que a manopla passa no momento do acionamento: - quando o óleo está no máximo das suas propriedades (não-compressível), o toque é seco, o fechamento das pastilhas é imediato; - q...

Selim Specialized Toupé responsável por lesões nas partes baixas de pilotos de Speed?

Uma das características dos homens é não sentirem imediatamente do resultante de lesões continuadas na zona do períneo. O reflexo disso é que quando o sujeito descobre, devido aos sintomas, já é tarde demais. Então, é hora de correr atrás do prejuízo, que fatalmente resulta em meses longe da bicicleta, longos tratamentos, etc. O pessoal das bicicletas “road” são os que mais sofrem com a falta de ergonomia dos selins específicos da categoria, também porque a posição de pilotagem agressiva determina o uso excessivo do períneo como ponto de apoio. Ora, sabemos que a pressão crônica sobre o períneo provoca impotência, inflamação crônica na próstata, lesão do nervo pudendo, etc. O tópico de fórum a seguir lista alguns depoimentos de ciclistas de speed que convergem para as lesões causadas pelo selim Toupé da Specialized: http://weightweenies.starbike.com/forum/viewtopic.php?t=143480

Seleção de selins confortáveis para todas as modalidades de ciclismo

Sabendo-se que a grande maioria dos ciclistas nunca está inteiramente satisfeita com os seus selins, sempre é oportuno apresentar as alternativas que a indústria oferece, sob a premissa do aumento da especialização de cada modelo. Hoje, não há mais justificativa para se escolher modelos genéricos baratinhos em face da vasta gama de opções específicas. Selim para passeios eventuais e curtos As bicicletas de uso urbano, em ciclovias e parques, tendem a deixar o piloto em posição de 90º. Para este tipo de uso, aconselham-se os selins largos e bem almofadados. Os selins tipo “cruiser comfort” atendem muito bem a essa modalidade de ciclismo. Mesmo assim, atente para o fato de existirem modelos femininos e masculinos, já que as medas  e ângulo dos ísquios, assim como a localização das partes moles (períneo, vulva, pênis) tem diferenças entre homens e mulheres. Selim para E-Bikes As bicicletas elétricas chamaram a atenção dos fabricantes de selim. Atendendo às especificidades d...

Em busca do Selim perfeito

Era uma vez, meu 1º selim foi do tipo sofazão, o Pro Vtec Comfort Cruiser. No começo parecia confortável, com vazado no meio, mas o narigão curto e grosso começou a me incomodar os países baixos, então descobri que devia partir para outro menos largo e volumoso. Pro Vtec Comfort Cruiser Pesquisa daqui, pesquisa dali e descobri o Serfas RX-921V. Encomendei pela internet e veio o novo bichinho. Parecia a solução de todos os problemas. Mas ao cabo de alguns meses, notei que havia alguma irritação no períneo. Descobri isso de maneira mais contundente quando tive uma gripe que agudizou alguma inflamação existente no local. Como resultado, fiquei uns dois dias com febre e quase não conseguindo urinar, só conseguia depois de muito esforço e dor. Serfas RX-921V Aí voltei para a pesquisa e descobri um Selim inglês de formato estranho (Rido R2) que promete justamente deixar livre a zona do períneo. O melhor benefício desse modelo é que ele tem nariz, cuja função é exclusivamente para...

Qual é a melhor regulagem de suspensão a AR? Dicas simples e sem frescuras

Qual é a melhor pressão? Se você aplicar a pressão prescrita na tabela do fabricante estampada na canela da suspa, provavelmente ficará muito dura. Aquilo é determinado para salvar o equipamento do fabricante, logo, eles se preservam contra pilotos muito pesados, muito violentos, etc. Então, a melhor maneira é conseguir chegar à pressão ideal ao seu peso e ao seu estilo de pedal. Vamos a três situações que ilustram o pouco e o excesso: 1) muito macia: você sente mais as irregularidades do terreno nos braços e nota que a bicicleta balança durante as pedaladas. Isso significa que uma suspa muito mole acaba drenando a força do piloto. 2) muito dura: você praticamente não distingue entre suspensão travada e aberta. Nessa situação, você terá poucos benefícios do amortecimento. 3) pressão ideal: você sente que a suspensão lê corretamente o terreno, não passa tanto o impacto das irregularidades aos seus braços e não sente a bicicleta oscilando enquanto você pedala forte com a su...